About Sigauque

The now South African-based Sigauque Project takes most audiences by surprise. With musical influences spanning across the continent - from a new take on Marrabenta to Senegalese Mbalak and Nigerian Afro Beat, with some smooth sounding jazz thrown in the mix, the band is a pan-African musical journey on the Mozambique stage.

While other musicians lean more and more towards fewer instruments and more techno beats, this band's  singers, full horn section, throbbing bass, and rhythmic percussion creates an attention grabbing wall of fresh sounds. Listen closely, and you'll hear that in addition to the local Portuguese, Shangaan, and Sena lyrics, the vocalists sing in English, French, Swahili, and Zulu.

The band is the creation of Canadian-born Daniel Walter, a radio producer and musician who heads up a media company specialising in communication for social change, CMFD (Community Media for Development) Productions. What most of the audience probably don't realise is that most of the tunes played by Sigauque Project were originally created and recorded by CMFD Productions as part of music and radio projects broadcast across Africa – this music has a message.

Some songs were created during projects specifically using music to speak out about a message For example, Musicians Against Xenophobia, which includes the songs Sigaouke and Sinjengomfula, brought musicians from Mozambique, Zimbabwe and South Africa together to produce four songs about xenophobia and discrimination.

Other songs were produced as theme music to accompany serial radio dramas. Crossroads, Caminhos Cruzados, and Pistes Croissees, are regional variations to music for a radio drama of the same names, the story an old, corrupt police chief and a market woman who switch bodies, for a hilarious insight in how men and women experience life differently in Africa. "Bravos do Zambeze," originally recorded with Isaú Meneses, also the theme song for a drama of the same name, is a mellow tune that warns of being prepared for impending floods.

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A música do Sigauque Project, grupo baseado em Johannesburg, surpreende o público. As suas influências musicais de todo o continente africano –marrabenta, mbalach senegalês, afro-beat nigeriano - misturadas aosamba e alguns toques de smooth jazz tornam o seu som numa verdadeira aventura musical.

Enquanto outros grupos usam cada vez menos instrumentos e recorrem à tecnologia, o Sigauque Project, com os seus dois cantores, uma secção completa de sopros, um baixo vibrante e uma ritmada secção de percussão, desperta a atenção de todos com o seu novo som. Escuta atentamente e notarás que, além de português, changana e sena, os vocalistas do grupo cantam em kiSwahili, inglês, francês e isiZulu,

O grupo surgiu sob iniciativa do canadiano Daniel Walter, que é igualmente produtor de rádio e gestor de uma empresa especializada em comunicação para a mudança social, a CMFD (Community Media for Development) Productions. O que provavelmente muitos não sabem é que muitas das canções interpretadas pelo Sigauque Project foram originalmente criadas e gravadas pela CMFD Productions como parte de projectos musicais e de rádio no continente africano. É música com mensagem!

Muitas das canções do Sigauque Project foram criadas e gravadas originalmente pela CMFD Productions como parte de projectos de comunicação para a mudança social. Os músicos contra a Xenofobia (Sigauke e Sinjengomfula), reuniram artistas de Moçambique, Zimbabwe e África do Sul para produzir quatro canções sobre a xenofonia e descriminação.

Outras canções foram produzidas como bandas sonoras de seriados de rádio (drama) transmitidos nalguns países de África. Crossroads (Quénia), Caminhos Cruzados (Moçambique, original do Eyuphuro), e Les Pistes Croisées (Senegal) são versões regionais do tema musical de "Crossroads", história sobre a troca de corpos entre um velho comandante da polícia corrupto e uma mulher do mercado - uma hilariante introspecção em torno do género e direitos da mulher em África. Bravos do Zambeze, tema musical de uma peça de teatro radiofónico, chama a atenção para a necessidade de se estar preparado para as cheias anuais em Moçambique e outras calamidades naturais.

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